Ami Eshed, Israel

Ami Eshed, Israel

Profundamente marcante na história dos grupos que fizeram da policia mais um quarto do poder para nele fecundar e espargir o pútrido da sua génese, desponta para algum alívio dos oprimidos a acção de Amin Ashed, comandante da polícia de Telavive.

Você, africano ou de outro continente qualquer com problemas de concepção de civilização, entenda isso:

Enquanto instituição, a polícia dificilmente é percebida exclusivamente como uma corporação de ordem pública, antes e convenientemente, apenas como uma extensão de vontade de mimos e caprichos de quem se fez poder. 

Tal noção de propriedade institucional privada, implica necessariamente a adesão de todos os integrantes da corporação?

Ami Eshed vem desmistificar esse dado adquirido em áfrica e arredores ideológicos:

Sou polícia mas continuo fazendo parte de uma nação, foi o recado que extraí dele, ao recusar a carga policial, entenda-se, quebrar cabeças e ossos aos manifestantes da sua pátria.

Em angola, houve quem dissesse: "não há nada de errado com a polícia, o povo é que precisa de respeita-la". Uma expressão deduzida depois da existência de vítimas fatais "em confronto" com o órgão "fecundado" em questão.

O mundo ainda está em construção e, para além dos pedreiros e arquitectos que o julgam terminado à sua distorcida feição, há outras ilações que se podem deduzir de pessoas incornformadas com o estatuto de caninos logo, irracionais.

Ami Eshed abandonou o cargo!

Laurindo Neto-Angola 

(2023/07/06)

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